segunda-feira, 31 de maio de 2010

Parcerias com muita música

Neste último final de semana, aconteceu na Pousada Aconchego da Serra (Serra do Cipó) o I Aconchego Fest com Festival de Vinhos e Queijos em parceria com a agência Kanto do Músiko e Eventos.

Uma forma criativa de unir a música ao evento que agrada a maioria das pessoas num lugar agradável e aconchegante.

Mpb, Samba de Raíz, marcaram presença no repertório do cantor e compositor Eduardo Mendes, tocando ainda, ao lado do percussionista e artista plástico André Jaued de Belo Horizonte.
E outros músicos ainda se reuniram a nós na noite de sábado! Recebemos uma palhinha da cantora Rose, fazendo uma belissima apresentação ao lado dos músicos.

A Kanto do Músiko continuará realizando eventos como estes, pelo menos uma vez ao mês na Pousada Aconchego da Serra.
No mês de Julho, realizaremos o Arraial do Aconchego com a dupla sertaneja Igor e Tharso, no período de 16 a 18 de julho.

E se você tem sua pousada em algum lugar de Minas e deseja realizar um evento como este e só não sabe como, entre em contato conosco, que levamos nossos músicos e organizamos todo o evento!
Ligue: (31) 8209.6394 ou mande um e-mail para kantodomusiko@yahoo.com.br

E vamos que vamos, pois a música tem que correr os quatro cantos dessa nossa MInas!

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Capas originais!!

Galera, dê só uma conferida na capa desse vinil!
Quando eu vi esse material, nem queria acreditar que tal design fosse possível!!!

O CD chama-se “Dois amores também eu tenho”
Ah, fala serio!
Será que isso chegou ao menos a ser vendido??
De repente, hoje... com essa modernidade toda... rsrs... Poderia ser um sucesso de vendas!!
Mário?? Que Mário?? rs..

quarta-feira, 26 de maio de 2010

JABÁ: Ele ainda vive entre nós...!


E quem é esse "Jabá" que assombra o mercado da música??

Bem, dizer que a música brasileira entrou em decadência, é mentira. Ela continua boa como sempre! Ainda temos grandes compositores, cantores, instrumentistas. Só que não podemos dizer que estejam em atuação, eles "tentam" atuar. O músico não tem espaço! Isso é fato!
Viver de música? Impossível, para a maioria.
Uma realidade é que vemos por aí músicos que são dentistas, funcionário publico, professores, motoristas... e nas horas "vagas" fazem um showzinho aki e ali, mas não pensando em aumentar a verba não! Pensando em realizar os seus sonhos e muitos deles, cobram uma mixaria, quando cobram.
A música brasileira que toca nos rádios, na televisão, nos grandes palcos, nos estádios, nas festas de São João, no carnaval, nas convenções de criadores de gado é que está em decadência. E só ela que aparece. A outra música, a boa, existe, mas não aparece.
A culpa é dos radialistas, dos que montam trilhas sonoras de televisão, dos executivos das gravadoras, dos produtores de discos e espetáculos, dos marqueteiros da indústria de entretenimento.
Essa gente criminosa está transformando, conscientemente, coração em tripa. É responsável pela seleção do que você ouve e deixa de ouvir. Essa gente está assassinando o que há de mais rico em nossa produção cultural. E ganhando muito, muito, muito dinheiro!

É essa a idéia. Ganhar dinheiro, e dane-se o resto. Um disco, na indústria, não é chamado de disco, mas de "produto". O produto precisa vender. Para que o produto venda, precisa ser exibido. Até agora, apenas regra de mercado, nada demais. No entanto, para que seja exibido, paga-se ao exibidor – ao programador de rádio, ao apresentador de programa de auditório televisivo. Como são muitos, os produtos, sobe o cachê do exibidor. É uma prática antiga, tem até nome: jabá.

Paga-se o jabá para que a música toque, sempre foi assim. Mas o mecanismo perverso foi ficando mais perverso. Quem pode pagar mais, consegue maior número de execuções. Isso é reproduzido no País inteiro. Quem pode pagar mais, escolhe o que você vai ouvir. E você fica achando que é só aquilo que se produz de música. Porque é só aquilo que está ao seu alcance. Quem não paga, não toca. Não existe.

Há práticas alternativas de jabá. Um famoso letrista fez um disco independente, comemorativo de tantos anos de idade e de carreira. Armou pequeno esquema, alternativo, de distribuição do disco. Fiou-se, talvez, no nome famoso. Ouviu dos intermediários dos programadores de várias rádios: "Dá um aparelho de fax para ele que ele toca seu disco."

O retorno do investimento dos que pagam mesmo o jabá, o dinheiro alto, sai da venda de discos e shows, da venda de bonecos, camisetas, roupinhas para crianças, sorvetes, biscoitos, bicicletas, sandálias, lancheirinhas, pegadores de cabelo, batons, perfumes, roupas de cama e banho, coleções de lápis de cor ou o que se possa imaginar que possa ter estampada a marca do "ídolo". O "ídolo", por seu turno, cumpre a maratona de estar presente em todos os programas televisivos de auditório, garantindo audiência que vende os anúncios que sustentam os programas e fazendo a roda rodar, o preço subir.
Não há questão moral a ser considerada. O negócio é dinheiro. Um bom compositor, cantor, instrumentista vai ter de se submeter a determinados imperativos (ditados pelos que pagam a execução) ou fica de fora. Quem não entrar no esquema não aparece. Quem quer entrar no sistema precisa ter muito dinheiro – precisa pagar mais ainda, porque as "vagas" são limitadas. Se entra um, sai outro. Por isso existem as vogas, as ondas – um ano de música sertaneja, um ano de axé music, um ano de falsas louras bundudas, um ano de pagodeiros de butique, um ano de forró deformado, desforrozado (é o que se anuncia: preparem-se). E o preço vai subindo, a cada nova etapa da substituição.

E os criadores... Bem, os criadores, os artistas verdadeiros, que existem, quase ninguém sabe, vão resistindo o quanto podem. Um dia, desistem – os novos Chicos e Caetanos, as novas Elis Reginas e Nanas Caymmis, os novos Jobins e Fátimas Guedes um dia desistirão. Precisam comer, vestir-se, sustentar filhos. A ganância dos executivos está promovendo um massacre da cultura brasileira que talvez não tenha similar na história da humanidade. Estão matando de fome o que temos de mais rico – nossa música. Matando de fome a inteligência e a sensibilidade.

Texto inspirado no artigo de Mauro Dias.

domingo, 23 de maio de 2010

Música e Vinho na Serra do Cipó

A Kanto do Músiko-Eventos, em parceria com a Pousada Aconchego da Serra, realiza o 1º Aconchego Fest na Serra do Cipó no próximo final de semana (28 a 30 de maio).



A Estadia começa na sexta-feira, mas é no sábado que o Festival acontece.
Mesa de Queijos e vinhos para os hóspedes, além da boa música do cantor e compositor Eduardo Mendes.
A apresentação ainda contará com a participação especial do percussionista mineiro André Jaued.

Este evento promete ser bem aconchegante, onde a decoração em tons laranja (tochas e velas) envolverá de forma inebriante os hóspedes.
Lua cheia. cheiro de mata, ar livre...
E a pousada já está com todos seus quartos reservados!
Já um sucesso!

Para obter mais informações sobre a pousada, ligue:
(31) 3718.7464
Sobre a organização do evento e a possibilidade de eventos em sua pousada, ligue:
(31) 8209.6394